26 de janeiro de 2018

Porque eu decidi falar mais sobre minimalismo em 2018

Uma temática que estou abordando muito em todas as minhas redes ultimamente é o minimalismo. E anda acontecendo uma coisa muito interessante nesse processo. Quanto mais eu vivo e estudo esse assunto, mais informação e pessoas que se conectam com essa mensagem aparecem na minha vida.

Para além dos algoritmos do Instagram que me sugere mais do que eu curto, eu acredito mesmo que a gente é aquilo que a gente atrai e quanto mais falamos, aprendemos e colocamos algo em prática, mais daquilo vai fazer parte da nossa vida.

Em meio a muitos vídeos, textos, conteúdos e pessoas que se interessam por esse assunto ou que me procuram para conversar sobre isso, há também questionamentos espalhados para todos os lados. Os vídeos de quem desconfia do processo, relatos sobre o que não funcionou. São questionamentos que tenho dedicado tempo para ler. Quanto mais eu faço isso, mais eu percebo que toda ideia, estratégia ou estilo de vida merece ser colocado em prática para saber se tem espaço na vida de quem está realizando essa ação.

Fiquei um pouco distante aqui do blog nos últimos meses, com postagens nada regulares, com uma frequência menor do que minha expectativa. Fiquei me sentindo em dívida com quem acompanha o blog. Mas em meio a tantos aprendizados que estou tendo com minha vida mais minimalista, é inevitável não repensar se a quantidade de conteúdo produzido tem trazido resultados para vocês e para empresa.

Não quero manter a sensação de dívida achando que estou devendo conteúdo para minha rede. E por isso mesmo, nas últimas semanas andei fazendo um planejamento mais coerente com o conteúdo que venho trazendo para vocês, de forma que tudo se conecte e tenha uma lógica, facilitando o seu aprendizado e sua linha de raciocínio, assim como a minha produção.

Essa é apenas uma das dívidas que venho negociando nesse novo ano.

Sei que ando falando muito disso, mas é que ano passado eu realmente senti  o gostinho do que a sobrecarga pode realmente fazer com a minha saúde mental e física. E não quero mais sentir o mesmo gosto. Para quem ficou por fora do que rolou no ano passado, dá uma chegada na Simplesfique #66 para conferir sobre o que estou falando.

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Fiquei doente e perdi o sono e acabei ligando o alerta para questão de excesso de trabalho. E a verdade estava mesmo na minha frente. Horas de trabalho. Agenda aborratada de compromissos, sem respiro. Falta de pausa para comer. Falta de exercícios. Elementos que eu considero essenciais e que durante pouco tempo em segundo plano já começaram a me fazer falta.

Quando a gente experimenta o caminho daquilo que nos faz bem é difícil voltar atrás.

A partir do momento que eu senti que havia muita coisa fora do lugar que eu não tinha mais espaço para colocar, comecei a repensar meu posicionamento em relação ao que estava me fazendo sentir em dívida.

Toda coisa fora do lugar pode te lembrar de uma dívida a pagar. Click To Tweet

Abri o jogo com a minha rede. Assumi minha capacidade humana e o quanto eu estava disposta, motivada e apta a entregar em cada setor da minha vida. Acabei enxergando que se certas coisas não possuiam lugar, era porque elas não deveriam estar onde estavam. Ah, como desapegar é mesmo preciso!

Esse exercício de revisar as áreas da vida é importante demais. Muito valioso é o ato de se perguntar o que você quer ver acontecer em cada área e o que não quer mais que se repita. Colocar essas impressões no papel pode trazer respostas que mudam o jogo.

É o que está acontecendo comigo. Tomei uma série de decisões para 2018 que incluem práticas mais minimalistas, ou seja, de buscar o que agrega valor em cada um dos setores da minha vida.

Para entender o que é minimalismo, acompanhe minha série sobre #MinimalismoNaPrática no YouTube. 

Decidi falar mais sobre minimalismo daqui pra frente porque é um estilo de vida que tem feito diferença para mim. O processo de minimizar o consumo, atividades e coisas em geral tem me ajudado a liberar espaço físico e mental. Espaço que está sendo ocupado com coisas que me trazem mais alegria, satisfação e me aproximam das minhas metas. Me deixam mais perto da pessoa que estou buscando me tornar.

Essas são algumas práticas que estão fazendo parte do meu dia:

  • Minimalismo Digital: Meu celular fica ligado entre 10 am e 9 pm. No restante do tempo ele fica guardado em um móvel na sala. O fato de desligar o celular me tira a sensação de dívida que alguém está esperando contato e resposta do outro lado. Enquanto o celular está ligado, o limite diário de uso (mexendo mesmo no aparelho) é de 3 horas. Nessas 3 horas eu consigo: navegar em conteúdo que acompanho, responder mensagens, acompanhar minhas redes sociais, tirar fotos e compartilhar conteúdo. Vale a observação que quando estou em viagens uso menos o computador para trabalhar e mais o celular, daí esse tempo aumenta consideravelmente.
  • Minimalismo no Trabalho: Estou trabalhando 6 horas diárias e dividindo meu trabalho em três frentes: atendimentos a clientes, trabalho de backstage (administrativo, manutenção, acompanhamento) e criação (criando conteúdo, campanhas, aulas novas, palestras). Nesse mês de Janeiro estou em busca de uma pessoa para entrar no time e me ajudar nas tarefas de backstage para que eu possa focar cada vez mais nos atendimentos e criação, onde realmente posso oferecer o meu melhor.
  • Minimalismo na Alimentação: Continuo focada em uma alimentação sem nada de origem animal, com três refeições ao dia, cozinhando em casa durante a semanad. Estou praticando mindfulness enquanto estou comendo para prestar mais atenção na comida e não ficar no piloto automático só colocando coisa pra dentro sem pensar.
  • Minimalismo nos Espaços: Entrou uma coisa, sai uma coisa. E a regra master estabelecida é a de que a casa precisa apontar a necessidade de consumo e não revistas, televisão, o Pinterest ou o Instagram da Influencer.
  • Minimalismo no Conteúdo Produzido: A ideia é trazer conteúdo de qualidade, com regularidade e coerência. O volume não é algo que combina com o ritmo de trabalho que estou em busca e nem com o sentido do meu trabalho. O que estou trazendo a vocês é algo que agrega valor a vida de cada um e ao propósito do que ando fazendo, ao mesmo tempo.

É muito bacana poder compartilhar com outras pessoas aquilo que eu sinto que funciona para mim. Sei que é algo que nem todo mundo que vai seguir ou colocar em prática. Só que tem um ditado que eu escuto desde criança que diz que tudo em excesso faz mal. Trabalhando com organização, percebo cada vez mais o sentido dessas palavras e a vontade de achar o equilíbrio. Para acabar com o excesso não é preciso operar na falta ou na escassez.

Minimalismo é sobre abrir espaço e tempo para aproveitar aquilo que agrega valor a sua vida. Click To Tweet

Muitas das pessoas que me acompanham relatam que estão buscando uma vida mais leve, mais equilibrada, buscando abrir mais espaço para praticar atividades físicas, ficar com a família, descansar. Querendo dar um chega pra lá na sobrecarga. Se identificou?

O Guia Essencial atende justamente essa questão. Ele foi feito para ajudar você no caminho para organizar o seu ano e acabar com esse peso, mostrando a maneira de estruturar um plano mais alinhado com aquilo que agrega valor a sua vida.

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